Boas!
Não sabia mesmo o que postar esta semana, até ontem à noite ter ouvido esta música no Media Player em random.
Encontrei-a à um tempo por um post de uma amiga minha no Facebook, e como gosto bastante do compositor, decidi ouvi-la... e pronto, amei.
Btw, esta música, pelo o que me parece, faz parte da banda sonora do filme Black Hawk Down (pt.: Cercados)
Espero que gostem, eu adoro as bandas sonoros do Hans Zimmer! *_*
24 de fevereiro de 2011
A História da... Vela!

No início da história as velas não existiam como as conhecemos hoje. Por volta do ano 50.000 a.C. havia uma variação daquilo a que chamamos de velas, criada para funcionar como fonte de luz. Eram usados pratos ou cubas com gordura animal, tendo como pavio algumas fibras vegetais, apresentando uma diferença básica em relação às velas actuais, de parafina: a gordura que servia de base para a queima encontrava-se no estado líquido. Mesmo antes do ano 50.000 a.C. este tipo de fonte de luz era usada pelos homens, conforme as pinturas encontradas em algumas cavernas.
Há menções sobre velas nas escrituras bíblicas, datado do século X a.C. Um pouco mais recentemente, no ano 3.000 a.C., foram descobertas velas em forma de bastão no Egipto e na Grécia. Outras fontes de pesquisa afirmam que, na Grécia, as velas eram usadas em comemorações feitas a Ártemis, a deusa da caça, venerada no 6º dia de cada mês, e representavam o luar. Um fragmento de vela do século I d.C. foi encontrado em Avignon, França.
Na Idade Média as velas eram usadas em grandes salões, mosteiros e igrejas. Nesta época, quando a fabricação de velas se estabeleceu como um comércio, a gordura animal (sebo) era o material mais comummente usado. Infelizmente, este material não era uma boa opção devido ao fumo e ao odor desagradável que libertava. Outro ingrediente comum, a cera das colmeias de abelhas, nunca foi suficiente para atender a demanda.
Por muitos séculos as velas eram consideradas artigos de luxo na Europa. Elas eram feitas nas cidades, por artesãos, e eram compradas apenas por aqueles que podiam pagar um preço considerável. Feitas de cera ou sebo, estas velas eram depois colocadas em trabalhados castiçais de prata ou madeira. Mesmo sendo consideradas como artigos caros, o negócio das velas já despontava como uma indústria de futuro: numa lista de impostos parisiense, no ano de 1292, eram listados 71 fabricantes.
Em Inglaterra, os fabricantes de velas de cera eram considerados de melhor classe se comparados àqueles que fabricavam velas de sebo. O negócio tornou-se mais rentável porque as pessoas estavam aptas a pagar mais por uma vela de cera. Em 1462 os fabricantes ingleses de velas de sebo foram incorporados e o comércio de velas de gordura animal foi regulamentado.
No século XVI houve uma melhora no padrão de vida. Como passou a haver uma maior disponibilidade de castiçais e suportes para velas a preços mais acessíveis, estas passaram a ser vendidas por peso ou em grupos de oito, dez ou doze unidades.
As velas eram usadas também na iluminação de teatros. Nesta época elas eram colocadas atrás de frascos com água colorida, ou somente frascos pintados, com tons de azul ou âmbar. Apesar desta prática ser perigosa e cara para aquela época, as velas eram as únicas fontes de luz para ambientes internos.
A qualidade da luz emitida por uma vela depende do material usado no seu fabrico. Velas feitas com cera de colmeia de abelhas, por exemplo, produzem uma chama mais brilhante que as velas de sebo. Outro material, derivado do óleo encontrado no esperma de baleias passou a ser usado na época para aumentar o brilho das chamas. Devido a questões ambientais e ao desenvolvimento de novas tecnologias de iluminação, este elemento já não é usado.
Foram desenvolvidos trabalhos para o estudo do oxigénio apenas observando-se a chama de uma vela. Como exemplo temos relatos feitos pelo químico amador Josehp Priestley, em Agosto de 1774, que concluiu que, se a chama de uma vela se tornava mais forte e viva na presença de oxigénio puro, reacção semelhante deveria ser observada em pulmões adoentados quando estimulados com este mesmo oxigénio.
O século XIX trouxe a introdução da iluminação a gás e também o desenvolvimento da maquinaria destinada ao fabrico de velas, que passaram a estar disponíveis para os lares mais pobres. Para proteger a indústria, o governo inglês proibiu que as velas fossem fabricadas em casa sem a posse de uma licença especial. Em 1811, um químico francês chamado Michel Eugene Chevreul descobriu que o sebo não era uma substância única, mas sim uma composição de dois ácidos gordurosos combinados com glicerina para formar um material não-inflamável. Removendo a glicerina da mistura de sebo, Chevreul inventou uma nova substância chamada Esterina, que era mais dura que o sebo e queimava por mais tempo e com mais brilho. Essa descoberta impulsionou a melhora na qualidade das velas e também trouxe, em 1825, melhoras ao fabrico dos pavios, que, devido à estrutura da vela, deixaram de ser mechas de algodão para se tornar um pavio enrolado, como conhecemos hoje. Essa mudança fez com que a queima da vela se tornasse uniforme e completa ao contrário da queima desordenada, característica dos pavios de algodão.
Em 1830, teve início a exploração petrolífera e a parafina era um subproduto do petróleo. Por ser mais dura e menos gordurosa que o sebo, a parafina tornou-se o ingrediente base no fabrico de velas. Em 1854 a parafina e a esterina foram combinadas para fazer velas muito parecidas com as que usamos hoje.
Em 1921 foi criado o padrão internacional de velas, de acordo com a intensidade da emissão de luz gerada pela sua chama. O padrão tomava por base a comparação com a luminosidade emitida por lâmpadas incandescentes. Devido ao desenvolvimento de novas tecnologias de iluminação, este padrão já não é utilizado como referência nos dias de hoje.
A parafina sintética surgiu após a 2ª Guerra Mundial e a sua qualidade superior tornou-a o ingrediente principal de compostos de ceras e plásticos modernos.
Usada nos primórdios da sua existência como fonte de luz, a vela é usada hoje como artigo de decoração ou como acessório em cerimónias religiosas e comemorativas. Há vários tipos de velas, produzidas numa ampla variedade de cores, formas e tamanhos, mas, quando falamos em velas artesanais, referimo-nos àquelas feitas manualmente, onde é possível encontrar modelos pouco convencionais, usados para diferentes finalidades, tais como: decoração de interiores, purificação do ambiente, manipulação da energia com base nas suas cores, essências e etc.
Credits: http://www.anozero.com
21 de fevereiro de 2011
A Joana da Semana
Depois de andar a 'inbestigar' sobre que Joana vos apresentaria hoje... bem... optei por esta que me é totalmente desconhecida.
E a Joana da Semana ééé:
Joanna Newsom

Joanna Newsom nasceu na cidade do Nevada, E.U.A., em 1982. É harpista, pianista, cantora e compositora.
Carreira
Joanna estudou Composição e Teoria Musical no Mills College, Califórnia.
Após uma série de apresentações com o cantor e actor Will Oldham, ela conseguiu logo assinar um contracto com a discográfica Drag City e produziu o seu primeiro álbum, The Milk-Eyed Mender, em 2004. Logo a seguir, saiu em excursão com Devendra Banhart e a banda Vetiver.
O trabalho de Joanna Newsom tornou-se destaque na cena do Indie Rock e a sua fama começou a crescer, em parte devido a um número de apresentações ao vivo e às participações no The Jimmy Kimmel Show da rede de televisão e de rádio ABC.
O seu segundo álbum, Ys, foi lançado em Novembro de 2006. O álbum traz orquestrações e arranjos de Van Dyke Parks, produção de Steve Albini e mixagem de Jim O'Rourke. Durante uma viagem, Bill Callahan sugeriu que Joanna ouvisse o álbum Song Cycle de Van Dyke Parks. Ela gostou tanto de seu trabalho que o convidou para participar nos arranjos do seu álbum Ys.
Curiosidades
É uma das cantoras preferidas de Cassie Ainsworth, personagem fictícia da série britânica Skins, que diz que Joanna possui uma voz mágica, parecida com a de um duende, o mais próximo do mágico a que um ser humano pode chegar.
Colaborações
Além do seu material a solo, Joanna Newsom tem tocado e gravado com algumas bandas como Smog, Vetiver, Nervous Cop, Golden Shoulders, mas também com os músicos Scott Indrisek, Vashti Bunyan e tocado teclado para os The Pleased.
Estilo
Embora o seu jeito de tocar harpa não seja completamente diferente do método tradicional, ela considera o seu estilo diferenciado dos demais harpistas clássicos. Ela foi fortemente influenciada pelo estilo polimétrico de tocar, utilizado pelos instrumentistas da África Ocidental que utilizam o Kora (um tipo de instrumento de corda).A sua professora de harpa, Diana Stork, ensinou-lhe o método básico das quatro batidas contra três, que pode ser ouvido em Ys, particularmente, na metade da faixa "Sawdust & Diamonds".
Os mídia têm-na rotulado como um dos membros mais destacados do moderno movimento Psych Folk, embora ela diga não estar ligada a nenhum estilo musical particular. As suas letras de canções incorporam elementos do Indie Pop, da chamada música folclórica de raiz, do modernismo avant-garde e de ritmos afros de harpa.
Muitos comparam a voz incomum de Joanna, com a das cantoras tradicionais de música folclórica, e há aqueles que a consideram um tanto infantil. Não gosta desta última comparação e já se expressou contra ela em algumas entrevistas.
Não sou, basicamente nada, apreciadora de qualquer tipo de música Indie. Mas tinha de ir espreitar, claro, até porque adoro harpa. De facto tinha receio em ir ouvir, porque este tipo de artistas remetem-me sempre para a Bjork... e eu não suporto a música dela, sorry. Pois bem... realmente não me enganei... tudo muito bonito musicalmente (haaaaaaaaarpa!!! *.*) mas depois... assim que a moça abre a boca, forgeeeeeet... argh!!! O estômago embrulha-se-me todo. Não tenho culpa, não consigo suportar este tipo de músicas, muito menos as maneiras de cantar (e as vozes, huuuuuuuuhsh!!!).
Mas deixo-vos então aqui algo dela.
E a Joana da Semana ééé:
Joanna Newsom nasceu na cidade do Nevada, E.U.A., em 1982. É harpista, pianista, cantora e compositora.
Carreira
Joanna estudou Composição e Teoria Musical no Mills College, Califórnia.
Após uma série de apresentações com o cantor e actor Will Oldham, ela conseguiu logo assinar um contracto com a discográfica Drag City e produziu o seu primeiro álbum, The Milk-Eyed Mender, em 2004. Logo a seguir, saiu em excursão com Devendra Banhart e a banda Vetiver.
O trabalho de Joanna Newsom tornou-se destaque na cena do Indie Rock e a sua fama começou a crescer, em parte devido a um número de apresentações ao vivo e às participações no The Jimmy Kimmel Show da rede de televisão e de rádio ABC.
O seu segundo álbum, Ys, foi lançado em Novembro de 2006. O álbum traz orquestrações e arranjos de Van Dyke Parks, produção de Steve Albini e mixagem de Jim O'Rourke. Durante uma viagem, Bill Callahan sugeriu que Joanna ouvisse o álbum Song Cycle de Van Dyke Parks. Ela gostou tanto de seu trabalho que o convidou para participar nos arranjos do seu álbum Ys.
Curiosidades
É uma das cantoras preferidas de Cassie Ainsworth, personagem fictícia da série britânica Skins, que diz que Joanna possui uma voz mágica, parecida com a de um duende, o mais próximo do mágico a que um ser humano pode chegar.
Colaborações
Além do seu material a solo, Joanna Newsom tem tocado e gravado com algumas bandas como Smog, Vetiver, Nervous Cop, Golden Shoulders, mas também com os músicos Scott Indrisek, Vashti Bunyan e tocado teclado para os The Pleased.
Estilo
Embora o seu jeito de tocar harpa não seja completamente diferente do método tradicional, ela considera o seu estilo diferenciado dos demais harpistas clássicos. Ela foi fortemente influenciada pelo estilo polimétrico de tocar, utilizado pelos instrumentistas da África Ocidental que utilizam o Kora (um tipo de instrumento de corda).A sua professora de harpa, Diana Stork, ensinou-lhe o método básico das quatro batidas contra três, que pode ser ouvido em Ys, particularmente, na metade da faixa "Sawdust & Diamonds".
Os mídia têm-na rotulado como um dos membros mais destacados do moderno movimento Psych Folk, embora ela diga não estar ligada a nenhum estilo musical particular. As suas letras de canções incorporam elementos do Indie Pop, da chamada música folclórica de raiz, do modernismo avant-garde e de ritmos afros de harpa.
Muitos comparam a voz incomum de Joanna, com a das cantoras tradicionais de música folclórica, e há aqueles que a consideram um tanto infantil. Não gosta desta última comparação e já se expressou contra ela em algumas entrevistas.
Não sou, basicamente nada, apreciadora de qualquer tipo de música Indie. Mas tinha de ir espreitar, claro, até porque adoro harpa. De facto tinha receio em ir ouvir, porque este tipo de artistas remetem-me sempre para a Bjork... e eu não suporto a música dela, sorry. Pois bem... realmente não me enganei... tudo muito bonito musicalmente (haaaaaaaaarpa!!! *.*) mas depois... assim que a moça abre a boca, forgeeeeeet... argh!!! O estômago embrulha-se-me todo. Não tenho culpa, não consigo suportar este tipo de músicas, muito menos as maneiras de cantar (e as vozes, huuuuuuuuhsh!!!).
Mas deixo-vos então aqui algo dela.
Unicórnios e Arco-íris
Terei eu de facto alguma utilidade neste mundo?
Acho que nunca me senti tão inútil na vida. Não, afinal já, todas as vezes que 'paniquei' acabava sempre por me quase igualar a lixo e isso nem sempre acabou bem. Mas eu cresci, fiquei mais forte... mas eu não sou de aço! Eu não sou de AÇO! Nem sempre posso parecer estanque, parecer uma pedra, não dá!!!
Afinal que merda quero eu da vida? Eu só estou a pagar pela merda da minha preguiça. Eu sou tão estúpida. Adorava ser o meu próprio saco de pancada neste momento. Foda-se... eu não mereço isto, não... eu mereço, mereço pela puta da minha preguiça. Foda-se, odeio-me tanto por causa deste meu indesejado apêndice!
Eu não posso! Eu não posso!!! Alguém dá cabo de mim. Tem de haver maneira desta merda se resolver ainda este ano! EU NÃO POSSO!!!
Fui TÃO estúpida! Estúpida, estúpida, estúpida! Nós pagamos pelos nosso erros... aqui estou eu... de corda ao pescoço. Olhem para mim, estou tão feliz pela puta da minha imbecilidade.
Foda-se para isto tudo.
Afinal que quero eu da vida?
Afinal que quero eu da VIDA?!!!
18/2/2011
Acho que nunca me senti tão inútil na vida. Não, afinal já, todas as vezes que 'paniquei' acabava sempre por me quase igualar a lixo e isso nem sempre acabou bem. Mas eu cresci, fiquei mais forte... mas eu não sou de aço! Eu não sou de AÇO! Nem sempre posso parecer estanque, parecer uma pedra, não dá!!!
Afinal que merda quero eu da vida? Eu só estou a pagar pela merda da minha preguiça. Eu sou tão estúpida. Adorava ser o meu próprio saco de pancada neste momento. Foda-se... eu não mereço isto, não... eu mereço, mereço pela puta da minha preguiça. Foda-se, odeio-me tanto por causa deste meu indesejado apêndice!
Eu não posso! Eu não posso!!! Alguém dá cabo de mim. Tem de haver maneira desta merda se resolver ainda este ano! EU NÃO POSSO!!!
Fui TÃO estúpida! Estúpida, estúpida, estúpida! Nós pagamos pelos nosso erros... aqui estou eu... de corda ao pescoço. Olhem para mim, estou tão feliz pela puta da minha imbecilidade.
Foda-se para isto tudo.
Afinal que quero eu da vida?
Afinal que quero eu da VIDA?!!!
18/2/2011
17 de fevereiro de 2011
Música da Semana
Bem, esta semana foi mais uma daquelas em que, desde, basicamente o seu início, eu me meti a remoer o que postaria esta semana. E mais uma vez estive indecisa, pois ouvia a música X e 'ah, é esta'... ouvia a músca Y e 'ah, não, vou meter esta'... enfim... acabei por me decidir agora mesmo e pronto, aqui vai alho, loool!
Penso que foi a 1ª música que ouvi desta boa banda, pela mão de uma amiga com quem já não falo à bastante tempo pois anda meio desaparecida... Cata!
Enjoy!
Penso que foi a 1ª música que ouvi desta boa banda, pela mão de uma amiga com quem já não falo à bastante tempo pois anda meio desaparecida... Cata!
Enjoy!
Na Cabeceira...
FINALMENTE!
Sim, FINALMENTE acabei o tal livro que andava a ler... já ia quê... para dois anos??? Gosh!!! O tal da Anne Bishop, Herdeira das Sombras, fogo! Custou, mas foi!!! Agora... agora bochecho, vou ter de ir para outro livro que tinha ali em espera porque... aqui a croma na época do Natal quando foi à Fnac com a mãe para comprar duas coisinhas como prenda.. .em vez de trazer o 3º livro... não... trás outro que deve ser p'aí o 6º ou coisa que valha! Ai eu... *palmface*
Bem, sendo assim... vou trocar finalmente a imagem ali de lado, para o livro ao qual, também finalmente, me vou agarrar hoje, lol.
Sim, FINALMENTE acabei o tal livro que andava a ler... já ia quê... para dois anos??? Gosh!!! O tal da Anne Bishop, Herdeira das Sombras, fogo! Custou, mas foi!!! Agora... agora bochecho, vou ter de ir para outro livro que tinha ali em espera porque... aqui a croma na época do Natal quando foi à Fnac com a mãe para comprar duas coisinhas como prenda.. .em vez de trazer o 3º livro... não... trás outro que deve ser p'aí o 6º ou coisa que valha! Ai eu... *palmface*
Bem, sendo assim... vou trocar finalmente a imagem ali de lado, para o livro ao qual, também finalmente, me vou agarrar hoje, lol.
16 de fevereiro de 2011
A História da... Escova de Dentes!
De facto, a preocupação com a boca e os dentes aparece como um dos mais antigos cuidados de higiene pessoal em diversas culturas. Estudos arqueológicos recentes encontraram num túmulo egípcia, com cinco mil anos, um artefacto que poderia ser visto como a mais antiga de todas as escovas de dentes. Na verdade, o instrumento consistia num ramo de planta que teve a sua extremidade toda desfiada até que as fibras funcionassem como cerdas.
Os Assírios, reafirmando o pragmatismo daquela nação de guerreiros, já tentavam resolver o problema usando o dedo para limpar os dentes. Contudo, outras culturas buscaram hastes, madeiras, ervas e misturas que pudessem superar os incómodos que a porcaria e o mau hálito sempre causaram. Por volta do século IV a.C., o médico grego Diocles de Caristo receitava aos seus pacientes que explorassem os poderes aromáticos que as folhas de hortelã produziam quando esfregadas nos dentes e nas gengivas.
Nos anos em que foi aprendiz do filósofo Aristóteles, o lendário imperador Alexandre, O Grande, foi detalhadamente orientado sobre como limpar os dentes, todas as manhãs, com uma toalha feita de linho. Entre os romanos constata-se o uso de uma mirabolante mistura com areia, ervas e cinzas de ossos e dentes de animais. O lugar da higiene bucal era tão expressivo entre os nobres romanos que se davam ao luxo de terem escravos incumbidos de realizar esta única tarefa.
Por volta de 1490, os chineses inventaram um rústico modelo daquilo que já poderíamos chamar de escova dental. O protótipo oriental era constituído por uma haste de bambu ou osso dotada de um feixe de pelos de porco. Além de ser um artefacto muito caro, a escova chinesa acabava por prejudicar os seus usuários na medida em que as cerdas de origem animal ganhavam mofo e, por isso, deixam toda a cavidade bucal exposta ao ataque de fungos.
Na Europa Medieval, o cuidado com os dentes já desfrutava de avanços consideráveis, tendo em vista o grau de elaboração das pastas dentífricas. Entretanto, a cura do mau hálito era medicado com um asqueroso bochecho de urina. Nessa mesma época, o profeta árabe Maomé (570-633) recomendava aos seguidores do Islamismo a utilização de uma haste de madeira aromática que se esfregada várias vezes ao dia, pasta essa que poderia limpar e clarear os dentes.
Chegando ao século XVIII, um prisioneiro britânico chamado William Addis teve a brilhante ideia de desenvolver a primeira versão moderna de escova de dentes. Primeiramente, ele guardou um pedaço de osso animal da sua refeição diária. Realizou pequenos furos numa das suas pontas e conseguiu algumas cerdas com um carcereiro. Amarrando as cerdas em feixes minúsculos e fixando-as com cola nos buracos do osso, ele desenvolveu a tecnologia fundamental do invento.
No século XX, vários estudiosos passaram a observar detalhadamente os elementos constituintes das várias escovas disponíveis no mercado. A anatomia do cabo, a disposição dos feixes, o processo de desgaste, foram sistematicamente analisados para que o instrumento fosse aprimorado. Nos fins da década de 1930, a utilização do Nylon permitiu que as escovas realizassem a limpeza dos dentes sem que as gengivas sofressem grandes agressões.
Actualmente, cores, formas e tecnologias transformaram o mercado de escovas de dentes numa grande incógnita. Entre tantas opções, muitas pessoas não sabem distinguir qual o tipo de escova adequada a uma boa higiene oral. Geralmente, os odontólogos aconselham o uso de uma escova que não seja muito grande, possua cerdas macias e que seja regularmente trocada.
Credits: http://www.brasilescola.com
A Impossível Impossibilidade de Impossibilitar o Impossível
É impossível amar-te, de facto é impossível, mas não é impossível o facto de não me saíres da cabeça; não te conheço... mas mexes comigo.
Como é que mexes comigo se de facto não te conheço...? Não sei, mas não é impossível, a meu ver nada é impossível... apenas um pouco difícil.
Estás presente todos os dias mesmo que eu nem sequer esteja a pensar em ti, na tua pessoa, no teu nome. Estás presente.
Todos os dias, é raro falhar... pelo menos uma vez por dia o teu nome ecoa em qualquer lado, está presente em qualquer lugar, de qualquer modo... fazendo-me relembrar-te, tornando impossível (ou um pouco difícil) não ter uma breve visão da tua imagem.
Adorava encurtar o espaço entre nós, mas é impo... não, não é... é apenas difícil. Sinto que tens algo interessante para dar e é isso que me atrai... sinto-o.
Se calhar sou apenas mais uma louca no mundo... Mas não o somos todos?
14/2/2011
Como é que mexes comigo se de facto não te conheço...? Não sei, mas não é impossível, a meu ver nada é impossível... apenas um pouco difícil.
Estás presente todos os dias mesmo que eu nem sequer esteja a pensar em ti, na tua pessoa, no teu nome. Estás presente.
Todos os dias, é raro falhar... pelo menos uma vez por dia o teu nome ecoa em qualquer lado, está presente em qualquer lugar, de qualquer modo... fazendo-me relembrar-te, tornando impossível (ou um pouco difícil) não ter uma breve visão da tua imagem.
Adorava encurtar o espaço entre nós, mas é impo... não, não é... é apenas difícil. Sinto que tens algo interessante para dar e é isso que me atrai... sinto-o.
Se calhar sou apenas mais uma louca no mundo... Mas não o somos todos?
14/2/2011
14 de fevereiro de 2011
A Joana da Semana
Olá pessoas.
A Joana esta semana vai ser postada em dia, mas noutro sítio... na faculdade (magnífico...).
E como estou na faculdade... 'bora lá encontrar uma homónima do meu meio (teatro (em qualquer vertente)) e pronto... recaí numa actriz.
E a Joana da Semana ééééé:
Joana Solnado

Joana Solnado nasceu em Lisboa no dia 21 de Setembro de 1983.
Estudante universitária de Comunicação e Cultura, na vertente de Cinema, na Universidade Lusófona, recebeu formação em teatro com o actor Thiago Justino e frequentou o curso de Formação de Actores da extinta Universidade Moderna.
No teatro participou em projectos como Confissões de Adolescente (2002), na peça infantil Olha quem está aí (2003) e em várias outras produções dirigidas por Thiago Justino, como King, I Have a Dream - peça apresentada no The Edge Festival, em Inglaterra com a Fundação Gulbenkian.
Popularizou-se com as suas prestações na televisão, integrando o elenco de várias telenovelas portuguesas: O Último Beijo, Morangos com Açúcar, Tempo de Viver, Ilha dos Amores e em Sentimentos, como a protagonista "Leonor Coutinho". No Brasil participou em Como uma Onda, uma produção da Rede Globo (2004/05).
Fez inúmeras peças de teatro com o grupo "Actrizes em Pijama" entre elas, Grito das Noivas; Raízes e Noite de Enganos, de William Shakespeare.
Joana Solnado é uma actriz exclusiva da TVI.
Em Cinema, fez duas curtas-metragens.
É neta do recentemente falecido actor, Raul Solnado.
P.s. - Não tenho muita paciência para procurar muito mais informação sobre ela, pois quero é ir-me embora da faculdade. Lol.
A Joana esta semana vai ser postada em dia, mas noutro sítio... na faculdade (magnífico...).
E como estou na faculdade... 'bora lá encontrar uma homónima do meu meio (teatro (em qualquer vertente)) e pronto... recaí numa actriz.
E a Joana da Semana ééééé:

Joana Solnado nasceu em Lisboa no dia 21 de Setembro de 1983.
Estudante universitária de Comunicação e Cultura, na vertente de Cinema, na Universidade Lusófona, recebeu formação em teatro com o actor Thiago Justino e frequentou o curso de Formação de Actores da extinta Universidade Moderna.
No teatro participou em projectos como Confissões de Adolescente (2002), na peça infantil Olha quem está aí (2003) e em várias outras produções dirigidas por Thiago Justino, como King, I Have a Dream - peça apresentada no The Edge Festival, em Inglaterra com a Fundação Gulbenkian.
Popularizou-se com as suas prestações na televisão, integrando o elenco de várias telenovelas portuguesas: O Último Beijo, Morangos com Açúcar, Tempo de Viver, Ilha dos Amores e em Sentimentos, como a protagonista "Leonor Coutinho". No Brasil participou em Como uma Onda, uma produção da Rede Globo (2004/05).
Fez inúmeras peças de teatro com o grupo "Actrizes em Pijama" entre elas, Grito das Noivas; Raízes e Noite de Enganos, de William Shakespeare.
Joana Solnado é uma actriz exclusiva da TVI.
Em Cinema, fez duas curtas-metragens.
É neta do recentemente falecido actor, Raul Solnado.
P.s. - Não tenho muita paciência para procurar muito mais informação sobre ela, pois quero é ir-me embora da faculdade. Lol.
10 de fevereiro de 2011
Música da Semana
Acho que tive várias ideias, mas todas se evaporaram... fantástico.
Fui agora à pasta da minha música tentar encontrar uma específica mas acho que não tenho a certeza do artista... niiiice. XD
E como não estou para procurar mais e esta apareceu-me ali pelo caminho, já tem uns aninhos e eu curto bastante... vai esta. :)
Ah, o som está um tanto ou quanto baixo... o que é pena porque a musicalidade é bastante boa e merecedora de um volume alto.
Fui agora à pasta da minha música tentar encontrar uma específica mas acho que não tenho a certeza do artista... niiiice. XD
E como não estou para procurar mais e esta apareceu-me ali pelo caminho, já tem uns aninhos e eu curto bastante... vai esta. :)
Ah, o som está um tanto ou quanto baixo... o que é pena porque a musicalidade é bastante boa e merecedora de um volume alto.
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